1
/
de
1
Cruising: An Intimate History of a Radical Pastime
Cruising: An Intimate History of a Radical Pastime
Unnamed Press
Espinoza, Alex
Preço normal
€21,99 EUR
Preço normal
Preço de saldo
€21,99 EUR
Impostos incluídos.
Em stock
Quantidade
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
Pages
244 pp.
Language
English
Author
Alex Espinoza
Publisher
Unnamed Press
Date
2019-06-04
Binding
Paperback
ISBN
9781944700829
Dimensions
5.0 pol. x 0.9 pol. x 7.9 pol.
"O livro de Espinoza destaca-se como um farol para futuros escritores, pensadores e ativistas queer. Ao ler estes relatos, senti-me atraído para um passado ao mesmo tempo maravilhoso e estranho, um mundo que espero que continuemos a celebrar e preservar." --Garrard Conley
O aclamado autor Alex Espinoza leva os leitores numa viagem sem censura pelo submundo, para revelar a arte intemporal do cruising. Combinando investigação histórica e história oral com a sua própria experiência pessoal, Espinoza examina as forças políticas e culturais por detrás deste passatempo radical. Desde a antiguidade grega às notórias casas Molly da Inglaterra do século XVIII, dos ruidosos anos 1970 aos algoritmos do Grindr, de Oscar Wilde a George Michael, o cruising mantém-se simultaneamente como uma reivindicação do espaço público e a criação do seu próprio local único — um onde homens de todas as raças e classes interagem, mesmo à sombra de governos repressivos. No Uganda e na Rússia, conhecemos ativistas para quem o cruising pode ser uma questão de vida ou morte; enquanto no Ocidente ele mostra como o cruising contorna as desigualdades e abusos de poder que afetam os encontros heterossexuais. Em última análise, Espinoza ilustra como o cruising funciona como uma poderosa repreensão ao patriarcado e ao capitalismo — a menos que esteja a fazer cruising na casa de banho de uma loja, claro.
O aclamado autor Alex Espinoza leva os leitores numa viagem sem censura pelo submundo, para revelar a arte intemporal do cruising. Combinando investigação histórica e história oral com a sua própria experiência pessoal, Espinoza examina as forças políticas e culturais por detrás deste passatempo radical. Desde a antiguidade grega às notórias casas Molly da Inglaterra do século XVIII, dos ruidosos anos 1970 aos algoritmos do Grindr, de Oscar Wilde a George Michael, o cruising mantém-se simultaneamente como uma reivindicação do espaço público e a criação do seu próprio local único — um onde homens de todas as raças e classes interagem, mesmo à sombra de governos repressivos. No Uganda e na Rússia, conhecemos ativistas para quem o cruising pode ser uma questão de vida ou morte; enquanto no Ocidente ele mostra como o cruising contorna as desigualdades e abusos de poder que afetam os encontros heterossexuais. Em última análise, Espinoza ilustra como o cruising funciona como uma poderosa repreensão ao patriarcado e ao capitalismo — a menos que esteja a fazer cruising na casa de banho de uma loja, claro.
